Segunda-feira, Outubro 31, 2005

A ÍNTIMA LIGAÇÃO DO SEXO COM A MORTE



Numa cela estão Ash, Athertyssen e Sophya, ambos estão pensativos e ansiosos com a conclusão da sua ingrata tarefa. Não muito longe do sítio onde estão, Aschka, Karunka, Nayka e Ripaka estão empenhadas no ritual de sangue, ouvem-se os gemidos de prazer delas e os gritos horripilantes de dor das suas vítimas. "Quero dizer que foi uma má idéia termos aceitado esta coisa de loucos" - refila Ash olhando para fora para a fogueira de cadáveres empilhados, cerrando os olhos e encostando a testa nas frias grades de aço - Athertyssen coloca-lhe a mão no ombro - "Não havia outra maneira...terá que ser assim... hmm? Calem-se, escutem lá..." - Athertyssen refere-se a murmúrios na cela ao lado - "Pobres desgraçados...eu não dou nem um chavo pela vossa pele, se fossem gente de artes mágicas teriam a sorte da pobre alma que está na masmorra lá em baixo, aquelas mulheres também queriam profanar o seu corpo, mas pelos vistos o Hyraktar..." - cospe no chão - "...quer fazer uso dele, ele esteve aqui e foi para as masmorras lá de baixo que são escuras como breu, tanta escuridão mutila a visão e a alma..." - Sophya está silenciosa a examinar as palavras do velho que continua a falar, - "De que falas?" - inquire Sophya - "Falo de um homem que eu reconheci desde que o atiraram para aqui...ele era o guardião do filho do rei Etharmark, lembro-me dele quando era um jovem acólito...e eu estou aqui a apodrecer porque era um soldado leal a Etharmark... preferia que me matassem..." - Athertyssen não está interessado em atrair atenções indesejadas e prefere não dizer nada ao velho. Nesse momento abre-se a pesada porta, e entram seis guardas que os escoltam até uma porta atrás da qual se sente um cheiro intenso de sangue - "Hmm, hmm...a vossa sobremesa chegou, senhoras!" - do outro lado só se ouvem risos até que surge uma voz de lá de dentro, - "Então abram a porta e deixem-nos entrar, e podem ir-se embora..." - um dos guardas abre a porta com uma chave e manda Athertyssen e os seus companheiros entrar, fechando-a depois com um grande estrondo. Os seus corações agora batem desenfreadamente...chegou o momento fulcral, enquanto caminham para a câmara principal reparam em pequenas fissuras no chão de pedra e que convergem num enorme círculo no centro da câmara, onde é vertido o sangue das vítimas...
Quando lá estão deparam com as quatro com abraçadas entre si, brincando entre si e beijando-se em vários sítios do corpo...os gemidos ecoam pela câmara, e Ash, Athertyssen e Sophya sentem-se no entanto atraídos e começam a andar como que dirigidos pelos gemidos, Aschka ergue-se seguida das irmãs quando dão pela presença deles, - "Hmmm, os nossos pequeninos...há ali comida se desejarem comer antes de nos irmos divertir...não temos pressa..." - Sophya acena a cabeça com um sorriso tímido dirigindo-se à mesa onde pega numa taça de vinho, Ash e Athertyssen não fazem idéia do que Sophya tem em mente mas decidem segui-la... - "Que fazes? Isto agora não é hora para comer...temos um trabalho difícil pela frente..." - segreda Ash para que não o ouçam - "Eu sei o que estou a fazer, tenho aqui na fita do cabelo algo para as fazer dormir, vou colocá-las aqui nas taças de vinho que lhes vamos oferecer...e quando elas adormecerem já saberemos o que fazer..." - para não atraírem suspeitas, levam também vinho para si e ajoelham-se numa pose humilde para a oferenda às suas companheiras para esta noite. "Gosto disto, brindemos então, e depois entregaremo-nos ao prazer sem limites!" - dito isto o jogo de sedução começa, Aschka derruba Athertyssen para cima de uma manta de pele, percorrendo todo o seu corpo com a língua ao mesmo tempo que o fita com um olhar hipnótico, até as suas bocas, línguas e sexos se encontrarem, Aschka cavalga-o com um vigor animalesco com o longo cabelo negro a tapar a sua cara, e nunca, mas nunca os seus malditos olhos esverdeados. Ash é subtilmente manipulado por Ripaka, que se senta na sua cara e exulta de prazer enquanto lança para o ar o seu cabelo cor-de-fogo - "Realmente o gato não te comeu a língua...enterra-a bem menino!". Sophya olha resignadamente para os seus companheiros tão facilmente subjugados, mas sente-se também desinibida perante as suas duas amantes e ao mesmo tempo inimigas mortais, deixando Karunka despi-la lentamente enquanto Nayka abraça-a por trás, e beijam-se as duas, Sophya solta depois um gemido quando a língua de Karunka se encontra com a sua carne intacta, e Nayka lhe mordisca os seios sangrando-os ligeiramente. À medida que o tempo passa a respiração das quatro irmãs passa de ofegante a cavernosa, e a pele de suave passa a escamosa...
Gritos horripilantes cortam a atmosfera, para horror de Sophya, Ash e Athertyssen , as quatro transformaram-se em monstros hediondos com línguas negras e bífidas, cantam em uníssono - "A nós o sangue destes mortais! ARRHH..." - no preciso momento em que iam puxar dos punhais a droga fez efeito, e ao mesmo tempo caem desamparadas. "Livrámo-nos por uma unha negra...pffff! Vá vamos lá buscar as nossas roupas e vamos acabar com isto!" - Eles olham para as quatro inertes e preparam-se para dar o golpe final quando ouvem ruído de passos apressados e vozes iradas - "Raios! Para quando algo perfeito?!" - pragueja Ash, notando no entanto num botão na parede, e movido pela curiosidade pressiona o botão abrindo-se uma passagem secreta - "Não temos outra hipótese e deixar o trabalho a meio, lembrem-se que ainda temos de salvar o Sarak" - Athertyssen faz sinal para o seguirem e leva uma tocha para iluminar o caminho, ao entrarem a porta fecha-se sozinha, e depois respiram de alívio quando já se sentem livres do perigo.
VIAJAR COM O VENTO



Feitos os preparativos, Athertyssen, Ash e Sophya estão já vestidos de camponeses - "Sinto-me despido sem as minhas duas espadas...este punhal terá de servir..." - suspira Ash, enquanto Zar-Iruk convoca mais três guerreiros para formarem os pontos cardeais, com eles pelo meio, - "Zar-Iruk..que fazem? Não vamos viajar até lá?" - "Silêncio, bravos guerreiros...deixem-nos concentrar e testemunhem o legado dos Valgorns..." - entoam um cântico e os ventos começam a surgir em volta deles, até que desaparecem por completo. Num instante eles percorrem uma enorme distância envoltos num turbilhão invisível, até darem por si perto de uma pequena povoação perto da fortaleza de Hyraktar - "O que aconteceu aqui?! Hmm...vejam lá se não perderam nada pelo caminho...parece que fomos sugados por um vórtice, a minha cabeça está a andar à roda!" - Ash está atordoado, ele mais os seus companheiros - "Apenas vos tornámos unos com a essência do vento...agora vos deixaremos...quando terminarem a vossa tarefa, chamem-nos e viremos buscá-los, boa sorte e que a morte não queira nada convosco!" - e dito isto os hodrakons desaparecem com o vento. Athertyssen toma a iniciativa de se dirigir para a pequena aldeia enquanto Ash e Sophya o seguem, - "E agora, teremos que arranjar maneira de entrar lá dentro...mas como faremos para estar lá no ritual?" - e eis que surge a resposta ao aparecer um grupo de soldados liderados por Aschka que está a reunir homens e mulheres - "Ei-la...as outras não estão com ela...olhemos para baixo e caminhemos em direcção a eles como se não soubéssemos o que nos espera..." - diz Athertyssen confiante, - "Parece um bom plano...vamos ver onde nos levará..." - replica Ash. Aschka repara nos três que caminham despreocupadamente e de repente está à frente de Athertyssen - "Nunca te vi por aqui...és belo, deixa-me ver-te bem..." - e passa a mão pelas suas pernas enquanto o cheira - "Belo e puro...e os teus amigos também me agradam, mas deixo-os para as minhas irmãs...quero sentir a tua carne..." - Ash e Sophya permanecem mudos, sem repararem que três outras figuras se aproximam por trás - "Ah minhas irmãs, venham ver estes três...o rapazinho é meu, e não admito que me contestem!" - Nayka, Karunka e Ripaka de facto não se opõem a Aschka, e viram-se para Sophya e Ash com um ar deleitado, - "Hmm...somos três e eles são dois, como faremos?" - Ash sente-se tentado a dizer algo mas cala-se - "Que se passa? O gato comeu-te a língua, um homem tão bonito e forte? Acho que gosto deste...Karunka e Nayka que dizem?" - as restantes ficaram até satisfeitas com a escolha de Ripaka, que pelos vistos não se importam de partilhar Sophya entre as duas, estando já divertidas a apalpar Sophya e a mordiscar-lhe os seios - "Bem! Chega de cortejos agora, irmãs...tenho uma sugestão, deixamo-los para o fim, depois de sacrificarmos os outros, e já repararam que há algum tempo que não nos acarinhamos umas às outras?" - todas aprovam a sugestão de Aschka, e deixam-nos ir para o grupo de aldeões para serem acorrentados nas mãos e nos pés. - "Isto é de loucos! Sophya, nunca pensei que fosses assim! Haha!" - Irritada com a piada de Ash, Sophya pisa-lhe o pé, fazendo-o soltar um grito sonoro - "Depois disto estar acabado, vamos ajustar contas! E não quero falar mais disto, está bem?!" - Um soldado aproxima-se a brandir um chicote - "É para andarem, não é para falarem!" - e no momento que vai desferir uma chicotada em Ash, ele pára de repente, tem o braço imobilizado, e mal olha o chicote é uma víbora que investe no seu pescoço derrubando-o em agonia e dor, não muito longe eles vêm Aschka a baixar o braço e a esboçar um sorriso para eles, e vira-se para o chefe dos guardas dando-lhe instruções claras para tratarem dos três. Eles apercebem-se agora que um simples erro com as quatro irmãs será fatal...
A MISSÃO SUICIDA



À medida que entram na floresta, apercebem-se do silêncio esmagador, mas sentem-se todos observados excepto os seus guias que olham para trás e riem-se. "Eu chamo-me Zar-Iruk, e estes são os meus companheiros de patrulha: Thy-Sorak, Lyt-Karun e Var-Takyr. Vou agora explicar como não nos conseguiste sentir, Mestre Sufranon...Os Valgorns ensinaram-nos a sentir a energia dos elementos, e fluir a partir daí...podemos ser vento, como vocês viram, no entanto só sentiram o vento...a nossa essência funde-se com a de um elemento e é isso..."
- Ao chegarem são surpreendidos quando constatam que estão cercados por inúmeros guerreiros, que mantêm-se firmes com as armas empunhadas - "Descansem as vossas armas, irmãos! O dia chegou em que faremos justiça por Myrak-Zul, pois o seu legítimo herdeiro está entre nós! Sel-Haczak vai agora falar..." - e ao ouvirem isto todos se ajoelham perante ele levando-o a um trono que aparentemente nunca foi ocupado, ele começa então a falar - "Finalmente vos encontrei, eu quero fazer o que o meu pai fez em tempos, juntar todas as nossas tribos leais ao nosso código! Eu já sei a verdade da morte do meu pai, e sei quem foi o seu assassino...mas há outro mal que é pior ainda e ameaça acabar com o nosso mundo...o Senhor das Sombras!" - Zar-Iruk fica mudo e petrificado e olha para os seus restantes companheiros que estão no mesmo estado - "Já vi nos vossos olhos que sabem do que falo, os vossos mestres Valgorns concerteza vos falaram nesse demónio...mas...temos aliados de valor, como o filho de Etharmark, e temos algo que os lacaios do demónio não alcançaram...o Livro Negro das Almas!" - Zar-Iruk aproxima-se com um ar preocupado - "Nós te seguiremos, mestre! Mas sabes que existe uma força quase indestrutível na casa daquele a quem chamam o Renegado. Sim...temos estado atentos ao que se passa, o conhecimento partilhado pelos Valgorns fez-nos pensar no bem de todas as coisas vivas... As quatro sacerdotizas formam um dos soldados mais mortíferos das legiões das sombras, o Devorador. De momento só recolhem o sangue necessário à realização do ritual, sangue dos inocentes..." - é neste momento que Sufranon surge interrompendo a conversa - "É precisamente aí que as poderemos aniquilar...foi a mensagem que Sarak me entregou quando tentou libertar o seu espírito para encontrar o meu...é mais fácil encontrar uma alma penada num sonho que outra coisa..." - Athertyssen, Ash, Sophya e Mankor aproximam-se para ouvir a explicação de Sufranon - " O que Sarak me disse foi que elas se juntam em rituais carnais, puras orgias em que se divertem com as vítimas antes de as mutilar e verter-lhes o sangue...sangue humano...o ideal é alguém infiltrar-se num grupo de vítimas e salvar Sarak...dois para ficarem lá com elas e manter o disfarce até as conseguir surpreender e outro para salvar Sarak...e essas três pessoas estão aqui por acaso..." - Ash, Athertyssen e Mankor entreolham-se e ficam incrédulos - "Isso é um bocado arriscado, não?! - Sophya ri-se descontroladamente até que Sufranon esclarece os três - "Mankor, isto é demais para ti, há uns anos atrás talvez...a Sophya é que deve ir com eles os dois..." - Ash dá uma pancadinha no ombro de Mankor - "Pobre capitão...nunca te divertes! Nem sabes a sorte que tens!" - Sophya fulmina Sufranon com o olhar, que permanece sereno nem voa para uma posição mais alta quando Sophya se aproxima com ar de poucos amigos - "Explica-me porque hei-de ir nessa missão suicida?" - "Bem, tu foste treinada para te esconder nas sombras e surgir de onde menos se espera, és tu que irás libertar Sarak, e elas também gostam de mulheres...desculpa meter-te nisto, mas tu és a nossa melhor opção para essa tarefa..." - Sophya nem pestaneja - "Pois seja! Quando partimos?" - Ash acotovela Athertyssen - "Eh! Vamos ver a Sophya nua?! Isto promete!!!" - nem tem tempo de desculpar-se pelo seu gracejo, a única coisa que vê é um punho cerrado enterrar-se na sua face, derrubando-o no chão. "Idiota! E tu livra-te de pensar o mesmo!" - Athertyssen limita-se a abanar a cabeça com um ar embaraçado e a levantar Ash do chão com a ajuda de Mankor - "Bem, vamos lá preparar-vos..." - anuncia Zar-Iruk.
O SONHO DE SARAK




Sarak mais uma vez envolto na escuridão da sua cela e inconsciente mergulha num sonho perturbador. Ele encontra-se numa planície coberta pelas trevas, ele corre desalmadamente,procura os seus companheiros, procura alertá-los, mas sem se aperceber pisa o vazio e cai. Ele não viu que estava à beira de um precípicio e está quase a esmagar-se contra o solo quando consegue concentrar-se e voa, voa até conseguir ver tudo dali de cima...
Não tem uma luz que o guie, só consegue ouvir vozes e mais vozes, mas já está a ver algo finalmente. Uma fogueira, mas de quem? Ele aproxima-se mais, vê uma árvore...num dos galhos está um corvo, será a alma do seu mestre? O corvo permanece imóvel e sereno como se não o visse, ele precipita-se e toca no corvo...é Sufranon!
Nesse momento, um clarão ofusca-o e grita antes de acordar ressaltado, a suar - "Espero que eles agora saibam o que fazer...que odiosa tarefa eles têm agora!" - e desmaia, exausto. Nesse mesmo instante, vive-se um impasse entre os nómadas e a tribo de Sel-Haczak, - "Nós vimos em paz, aliás venho humildemente pedir o vosso auxílio..." - os guerreiros estranhamente trajados entreolham-se e o líder faz um sinal para que se inicie o diálogo - "Não vieram então da parte do traidor Tygramir...mas têm humanos como companheiros, tal como Tygramir!" - Sel-Haczak faz sinal a Athertyssen para vir a seu lado, no entanto Athertyssen está preocupado com Sufranon que permanece mudo - "Que aconselhas para resolver a questão? Não dizes nada porquê...? - , este coça as penas e aparentando já ter recuperado a presença de espírito olha para ele, - "Parecia um sonho...mas eu tenho a certeza de que Sarak falou comigo agora mesmo, e teremos que nos enfiar no covil das bestas para as matar..." - "Hã? Que dizes? A que te referes?" - Athertyssen está confuso, mas repara no ar impaciente de Sel-Haczak que o chama - "Explicas-me depois, temos que nos justificar perante estes guerreiros." - Athertyssen retribui o gesto e avança até chegar perto dos seus inquiridores. "Humano... podes explicar-nos quando e porque é que humanos e hodrakons passaram a ser companheiros de viagem?" - Athertyssen reconhece o código dos hodrakons nas palavras do líder - "Eu sou Athertyssen, filho de Etharmark! Bem vejo que são fiéis ao princípio de dependerem apenas de vós para seguirem a vossa vida, tal como o guerreiro que está ao meu lado...nós vimos pedir-lhes auxílio para varrer o mal que ameaça Sarttar e que está mais próximo cada dia que passa...mas passo a palavra ao meu companheiro que o direito de resposta para a questão que nos traz aqui cabe a ele, Sel-Haczak, filho de Myrak-Zul!" - Os quatro erguem a cabeça em sinal de reconhecimento ao ouvi-lo - "Filho de um rei justo e valoroso no campo de batalha! Sim...nós conhecemos a tua linhagem, e conhecemos o medalhão que trazes ao pescoço...a vossa causa é nobre, de facto! E contigo vem o rebento do último grande líder dos hodrakons...a quem jurámos lealdade até ao resto das nossas vidas!" - Sufranon permaneceu silencioso no ombro de Athertyssen, até que decide falar - "Estou curioso por saber como conseguiram usar esses poderes mágicos sem que eu vos sentisse? Quem foram os vossos mestres?" - Os quatro entreolham-se e voltam a olhar aparvalhados para o corvo - "Uma alma errante? Que assunto terreno te prende neste mundo?" - com um riso Sufranon esvoaça e posa no ombro do guerreiro desconhecido, - "É uma longa história... agora o mais prudente seria não ficarmos aqui todos especados, porque sei agora como derrotar alguns dos aliados do nosso inimigo comum e temos de pernoitar para clarear as idéias antes de metermo-nos nessa expedição macabra...mas eu repito a pergunta, quem vos ensinou magia que nem eu conheço?" - "Os Valgorns..." - Sem grande espanto Sufranon suspira - "Pois claro..." - decidem então prosseguir a viagem até à misteriosa floresta.